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O aumento expressivo dos casos de Covid-19 que, até esta segunda-feira (6), contabilizou 19 mortes e 532 casos confirmados, evidenciando a precariedade no atendimento da rede pública de Manaus, com a falta de respiradores, ventiladores e leitos para as pessoas em estado grave da doença infecciosa e que precisam de internação urgente  em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), levou o prefeito do Amazonas Arthur Virgílio a declarar estado de colapso na saúde municipal.

O anúncio foi feito em seu perfil do Instagram, na noite de domingo (6), oportunidade em que Virgílio, detalha que a rede hospitalar de Manaus, não está mais sendo capaz de dar vazão a demanda por tratamento contra a Covid-19. “As cirurgias eletivas em todos os hospitais foram adiadas em razão da mobilização contra a doença em todo o Estado do Amazonas”, detalhou.

Na ocasião disse que manteve um diálogo com o governador Wilson Lima, e se colocou à disposição para juntos buscarem todas as medidas possíveis para a criação de novas unidades de pronto atendimento aos casos do coronavírus.
“Estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance. Não podemos mais ver pessoas diariamente sacrificadas, em razão de ser um drama que machuca a todos, e a mim me sensibiliza profundamente. A alternativa está em funcionamento do hospital da faculdade Nilton Lins, como medida emergencial. Outra medida e esta tem que ser dura, a partir de segunda-feira, vamos cassar temporariamente o alvará de quem insistir em ir contra o nosso decreto que limita o funcionamento destes estabelecimentos”, avisou.

Na quinta-feira, 2, o secretário de saúde do Amazonas,, Rodrigo Tobias, teria encaminhado mensagem ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, relatando sobre a grave situação do setor de saúde em todo o Estado, informando que os hospitais públicos e privados, não estavam dando conta da quantidade de casos graves que chegam a todo momento.


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