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Agentes da PCRR (Polícia Civil de Roraima), lotados DPIPNE (Delegacia da Pessoa Idosa e Portadores de Necessidades Especiais) concluíram uma investigação que teve início em 30 de agosto deste ano e resultou na prisão de duas pessoas em flagrante por favorecimento à prostituição e no cumprimento do mandado de prisão do venezuelano J. R. L. L., de 43 anos, acusado de induzir menor à prostituição. Os acusados exploravam uma casa de prostituição, no bairro Asa Branca, onde uma adolescente de 16 anos foi resgatada.


De acordo com informações prestadas pelo delegado titular da DPIPNE, Paulo Henrique Tomaz Moreira, a ação policial que prendeu o venezuelano foi resultado de uma investigação que teve início após uma denúncia recebida pelo serviço de denúncias DISK 100, sobre uma casa de prostituição onde trabalhava uma menor de 16 anos de idade.


A denúncia efetuada, é de que no local, a gerente, identificada como sendo K. Z. R. L., de 24 anos, aliciava mulheres no Estado do Amazonas e as traziam para Roraima. Em Boa Vista, as mulheres tinham seus documentos retidos e obrigadas a cumprir metas de “programas”, com preços abusivos de estadias, alimentação e com ameaças.


As primeiras diligências foram realizadas pelo Conselho Tutelar e a Polícia Militar no dia 30 de agosto, ocasião que foi confirmada a existência da casa de prostituição, resultando na prisão em flagrante de duas mulheres por favorecimento à prostituição, manter casa de prostituição e corrupção de menor. Dentre elas, a gerente K. Z. R. L.


Nessa ocasião, os trabalhos apontaram que a irmã da adolescente R. E. S. N., de 21 anos, foi quem a trouxe do Amazonas e a levou a se prostituir. Ela também foi autuada em flagrante pelos crimes.


Segundo o delegado, para atrair os clientes, os responsáveis pela Casa de Prostituição utilizavam quatro sites. O local era bastante camuflado e toda a divulgação para atrair os clientes era via site, onde elas usavam pseudônimos, com suas fotos em poses sensuais. 


Como no dia não foi possível prender o proprietário do estabelecimento, identificado como sendo o venezuelano J. R. L. L., a equipe da Polícia Civil deu continuidade às diligências.


O delegado Paulo Henrique, com base nas evidências coletadas pelas equipes do Conselho Tutelar e da Polícia Militar, representou pela prisão preventiva do acusado.


As investigações apontaram que a Casa de Prostituição funcionava de forma clandestina há um ano. Diariamente, as mulheres encontradas na Casa de Prostituição eram obrigadas a pagar ao dono do local, o valor de R$ 80,00, por sua estadia no local.


Elas negaram que estavam submetidas à violência, por parte da gerente e do dono do espaço.


“Continuamos as diligências, representamos pela prisão dele, que foi decretada e cumprida na última quarta-feira”, disse o delegado.


As duas mulheres presas em flagrante foram apresentadas em Audiência de Custódia, onde tiveram suas prisões homologadas e convertidas em prisão preventiva. O Venezuelano também foi apresentado na Audiência de Custódia e a adolescente foi entregue ao Conselho Tutelar.


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